Educação Rural

LEITURA ESPACIAL: O OLHAR DO ALUNO SOB SEU ESPAÇO GEOGRÁFICO.

Resumo Muito de discute na atualidade sobre a construção do conhecimento que é proporcionada através do uso da realidade do aluno no dia-a-dia da sala de aula. Em suas aulas, os professores de geografia expõem os conceitos chaves sobre espaço geográfico, educação ambiental e a dinâmica da adaptação do homem no meio ambiente, além de suas vertentes, como território, paisagem, espaço, espaço de pertença, impacto físico humano na natureza, interação homem no meio, homem com o homem e meio com o homem, dentre outros, e apresenta esses conceitos na busca de fazer com que o aluno possa intercalar o conhecimento e compreender a dinâmica do espaço geográfico. Foca-se, nesse processo, na dinâmica da influência do homem na construção, manutenção e adaptação no meio e o quanto isso influencia diretamente na cultura, hábitos e costumes das comunidades. Com isso, são expostos os conceitos de influência e impacto físico, cultural e econômico. Conhecer o Espaço Geográfico do aluno é primordial para melhor exposição e mediação do conhecimento para o profissional da geografia e biologia educacional. O presente artigo, busca compreender o espaço geográfico sob a ótica dos alunos da Comunidade de Conceição, Ensino Médio da Escola Estadual Emília Esteves Marques - Polivalente, em Carangola, MG. Para tanto, firmou-se uma parceria entre o NUPEX/UEMG-Unidade Carangola (Núcleo de Pesquisa e Extensão da UEMG-Unidade Carangola) e o Curso de Licenciatura em Geografia da mesma Casa e com a Universidade Aberta e Integrada de Minas Gerais (UAITEC-Carangola). O projeto de pesquisa e extensão em execução busca em um primeiro momento analisar os dados colhidos através da produção textual proposta aos alunos sobre seus espaços geográficos, focando, a priori, na influência do social, cultural, econômico e físico deste espaço. No segundo momento do projeto, este torna-se extensionista na busca de intervir socioambientalmente na construção do espaço de pertencimento do aluno fomentando a autoconstrução do espaço geográfico e a manutenção deste.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000081
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20160229.005254
Área do Conhecimento: 

PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO NA REFORMA AGRÁRIA: UMA POLÍTICA PÚBLICA NO CASO PIAUÍ.

            O presente trabalho é resultado de uma pesquisa de iniciação científica, oportunizado pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), através do Programa de Iniciação Científica Voluntária – ICV. Pesquisa está realizada a partir das necessidades de investigação e analises na área da educação do campo no Brasil, especificamente no estado do Piauí, discussões assim possuindo como base a Reforma Agrária e suas consequências. Procuraremos analisar e descrever dessa forma a primeira pesquisa realizada no Brasil, pesquisa nacional de educação na reforma agrária – PNERA, que teve o compromisso de produzir um quadro situacional da educação nos assentamentos da Reforma Agrária em todo o país, buscando através dessas estatísticas construírem uma política pública voltada para a educação do campo, com mais investimentos direcionados a reconhecer suas necessidades especificas como espaço social e com características próprias. Esse trabalho procurou objetivar a construção de um banco de dados nacional alimentado por todos os projetos desenvolvidos pelo Programa Nacional de educação na Reforma Agrária -PRONERA e fornecerá um importante acervo para oferecer informações sobre o resultado social desse Programa que vem sendo desenvolvido em todo o país. Permitirá também fazer estudos comparativos sobre o desenvolvimento ou não do campo a partir da ação intencional de formação impressa pelo Programa. Além de analisar a primeira PNERA e seus resultados no Piauí, resumindo um quadro geral da situação do campo, em especial dos assentamentos da reforma Agrária. O PRONERA é resultado de parceria entre sujeitos sociais, parceiros compromissados pela luta de uma educação do campo de qualidade. No caso do Piauí a parceria foi com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, Movimento Social dos Trabalhadores Rurais sem Terra - MST, secretaria de educação e cultura do Piauí- SEDUC, entre outros. Dessa forma, essa articulação e discussão nos desdobramentos tanto políticos como sociais da educação voltada para o campo surgiu um eminente desejo de compreender e participar de forma significativa a essa complexidade relacionado ao sistema de ensino no brasileiro, sobretudo na zona rural.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000079
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20160127.005184
Área do Conhecimento: 
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