Farmácia

A QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS PORTADORAS DE DIABETES MELLITUS TIPO 1 E DE SUAS FAMÍLIAS

Este estudo descreve a qualidade de vida de crianças com diabetes mellitus tipo 1 e para tal finalidade, seu desenvolvimento apresenta: a dificuldade encontrada pelos pais das crianças portadoras de tal doença, as dificuldades encontradas pela própria criança portadora no contexto familiar e social, o manejo da doença e ainda a qualidade de vida dos portadores de diabetes mellitus tipo 1 na infância. Verificou-se que existem diversas dificuldades por parte dos pais dos portadores da doença nas atividades diárias das crianças, partindo do princípio de que os fatores econômicos, sociais, pessoais e emocionais de toda família afetam na conquista de um controle metabólico adequado. Além disso, foram identificadas dificuldades das crianças com diabetes mellitus tipo 1 no convívio diário com familiares e também com a sociedade, principalmente no que diz respeito à alimentação e ao tratamento e controle da doença. Foram elencados os fatores que facilitam ou dificultam o manejo de tal doença na infância, buscando a melhoria da qualidade de vida das crianças e também de seus familiares. Portanto, concluiu-se que a rotina das crianças portadoras da patologia em questão é conduzida pelos seus cuidadores, o que afeta o estilo de vida dos mesmos e pode prejudicar a qualidade de vida da família como um todo. A avaliação do impacto do tratamento da diabete mellitus tipo 1 na qualidade de vida dessas crianças torna-se um elemento fundamental nos processos de intervenção e consequentemente do tratamento da doença em questão. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000116
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20171128.006256
Área do Conhecimento: 

DETERMINAÇÃO DE CINZAS EM AMOSTRAS DE BETERRABA, CAPIM ELEFANTE E FARINHA DE PEIXE

Devido a crescente demanda por material acadêmico que sirva de base para a compreensão da bromatologia dentro das ciências agrárias, realizou-se este trabalho, visando determinar a composição de cinzas em amostras de beterraba, capim elefante e farinha de peixe, por meio da incineração da matéria seca de tais amostras em mufla á 600 ºC por 4 horas, visando eliminar a matéria orgânica e quantificar a matéria mineral restante, extrapolando por meio de equações a percentagem de cinzas nas amostras frescas e na parte correspondente a matéria seca, os resultados obtidos para beterraba e farinha de peixe mostraram-se válidos em comparação com a literatura, entretanto o resultado para o capim elefante apresentou maior discrepância talvez justificada pelas hipóteses levantadas no trabalho.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000113
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20171013.006022
Área do Conhecimento: 

A CLASSIFICAÇÃO TERAPÊUTICA COMO FACILITADORA DO USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

A elevação dos gastos com saúde tem sido uma das maiores preocupações de praticamente todas as nações do mundo. No Brasil houve uma revolução no mercado farmacêutico na última década, com a introdução dos medicamentos genéricos e similares dando origem à vários conceitos como Equivalência Farmacêutica e Terapêutica, Biodisponibilidade e Bioequivalência.Com tantas inovações na indústria farmacêutica viu-se a necessidade de classificar os medicamentos de acordo com suas funções, riscos e também matérias primas. A partir de toda essa evolução no que diz respeito à saúde fica clara a responsabilidade essencial do farmacêutico em contribuir para satisfazer a necessidade de um tratamento farmacológico adequado, efetivo e seguro através do desenvolvimento de ações centradas no paciente.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000106
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170418.005854
Área do Conhecimento: 

FARMÁCIA ESTABELECIMENTO DE SAÚDE E O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

As farmácias possuem uma posição diferenciada dentre os estabelecimentos comerciais uma vez que trabalham com um único produto: o medicamento. O uso deste pode ser positivo ou negativo, dependendo de muitos fatores que estão além de sua simples comercialização, tecnologias e pesquisas envolvidas para a sua produção. O papel social da farmácia se torna ainda mais importante devido ao fato de que grande parte da população brasileira recorre a ela como primeiro local de auxílio quando há sinais de agravo em sua saúde. Para que isso aconteça é imprescindível uma reorientação transformadora pela qual se tornem reais estabelecimentos de saúde, com profissionais tecnicamente habilitados e capacitados que assegurem e fortaleçam a assistência farmacêutica, sobretudo a dispensação e o uso correto, seguro e racional de medicamentos.
 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000106
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170418.005827
Área do Conhecimento: 

RESISTÊNCIA BACTERIANA E O PAPEL DO FARMACÊUTICO NO CONTROLE DO USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS

Introdução: Com a descoberta dos antimicrobianos por Alexander Flemeng em 1928 e sua industrialização posteriormente, foi possível reduzir significantemente os índices de mortalidade por infecções, que até então umas das principalmente causa de mortes. Hoje os antimicrobianos são uns dos medicamentos mais prescritos e todo mundo. Nas a utilização inadequada destes fármacos levou ao crescimento descontrolado das resistências bacterianas aos antimicrobianos, possibilitando reviver a era pré-antibiótica, mais agora não pela ausência do fármaco é sim pela resistência a elas. Objetivos: Descrever e analisar a questão da resistência bacteriana e o papel do farmacêutico no controle do uso racional de antibióticos. Metodologia: Tendo em vista o objetivo proposto, foi realizada uma revisão narrativa da literatura, que visou descrever e discutir a questão da resistência bacteriana e o papel do farmacêutico no controle do uso racional de antibióticos. Discussão: Diante deste cenário o farmacêutico exerce um papel fundamental na prevenção do uso inadequado dos antimicrobianos tanto nas farmácias comunitárias quanto em hospitais. Conclusão: Para que as ações de prevenção às resistências bactérias sejam eficazes é indispensável à interação de todos os membros e de todos os profissionais de saúde, com o objetivo principal de prevenir a propagação do patógeno resistente.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000072
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2015
Nº Certificado: 
20150924.004968
Área do Conhecimento: 

CONTROLE DE QUALIDADE DE MEDICAMENTOS: A FARMÁCIA HOSPITALAR

Elaborado por meio de revisão de literatura, este estudo discorre sobre o controle de qualidade de medicamentos e a farmácia hospitalar. Nesse sentido, seu conteúdo analisa: o conceito e a importância da qualidade; o controle de qualidade; a qualidade dos medicamentos e a farmácia hospitalar. Foi possível verificar que o controle de qualidade de medicamentos é o conjunto de medidas voltadas à verificação da qualidade de cada lote desses produtos, para que satisfaçam às normas de atividade, pureza e eficácia.    Apurou-se que o comportamento de uma grande e complexa instituição como um hospital é determinado pelas decisões e ações de muitas pessoas, caracterizando a importância da padronização deste comportamento, por meio da definição de políticas formais escritas da qualidade. Concluiu-se que o sistema de garantia da qualidade nas instituições hospitalares, possibilita que os fatores técnico-administrativos e humanos, que afetam a qualidade de serviços e produtos, estejam sob controle, orientando para a redução, a eliminação e a prevenção de deficiências da qualidade, as quais não só podem implicar em aumento de custo nos hospitais, mas em maior comprometimento da saúde do paciente.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000071
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2015
Nº Certificado: 
20150831.004886

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUES NA FARMÁCIA HOSPITALAR

Realizado por meio de revisão de ampla literatura, este estudo discorre sobre a importância da gestão de estoques na farmácia hospitalar e, para tanto, seu desenvolvimento contempla: pontuações teóricas iniciais sobre a gestão de estoques; a farmácia da instituição hospitalar e sua administração; a gestão de estoques na farmácia hospitalar. Apurou-se que a gestão dos estoques constitui-se uma ação que sofre interferência e influência de vários fatores e que promove benefícios, facilidade, pronto atendimento e custos decorrentes da manutenção de produtos em estoque. Verificou-se que a farmácia hospitalar abriga, na ótica administrativa, o insumo mais caro do hospital que é o medicamento que, pelo seu valor, implica mais do que atenção, ou seja, o modo como será adquirido, armazenado, preparado para a dispensação, os mecanismos de controle de prescrição e outras atividades técnicas do domínio farmacêutico. Concluiu-se que a gestão de estoques de uma farmácia hospitalar é de grande relevância, exigindo um profissional que conheça profundamente os mecanismos de gerenciamento de estoques e que também tenha conhecimentos técnicos e apurados sobre materiais e medicamentos.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000071
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2015
Nº Certificado: 
20150831.004877

INCONFORMIDADES ENCONTRADAS NO AMBIENTE HOSPITALAR REFERENTE ÀS MEDICAÇÕES

Erros de medicação são efeitos adversos evitáveis que podem ser monitorados por meio de uma vigilância pró-ativa. Podem gerar danos ao paciente e podem ocorrer quando a medicação estiver sob controle ou do profissional ou do paciente. Servem como indicador de qualidade da assistência à saúde. O presente artigo tem por objetivo discutir, através de uma revisão literária, a questão dos erros de medicações nas redes hospitalares, focando em sua conceituação, incidência, fatores predisponentes e mecanismos de prevenção. Abordou-se em especial, a problemática que envolve uma demora ainda mais significativa no período de internação, demora no atendimento aos leitos e erros fatais que levam a óbito pacientes internados. Algumas causas determinantes de falhas latentes merecerem destaque: a falta de comunicação interprofissional, a falta de informação relacionada ao paciente e a relacionada ao medicamento. Estudos descritivos apontam alto percentual de prescrições manuais ilegíveis (34,7%), alto percentual de uso de abreviações nas prescrições (mais de 80%), percentual relevante de prescrições com apresentação do nome comercial do medicamento (51,8%) e percentual relevante de prescrições com informações incompletas, como a não definição da frequência de administração (13,3%). Este material está alicerçado em pesquisas bibliográficas e buscou mostrar a causa dos erros durante a prescrição, dispensação e administração de medicamentos na Rede Hospitalar.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Áreas do Trabalho: 
Edição da Revista: 
000069
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2015
Nº Certificado: 
20150519.004769
Área do Conhecimento: 
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