Filosofia

SERIA A GOVERNANÇA GLOBAL DO MEIO AMBIENTE UM TIPO IDEAL DE MAX WEBER?

O breve ensaio ora apresentado, propõe-se a debater a relação do conceito weberiano de tipo ideal com a formação da governança global do meio ambiente. O faz partindo do individualismo metodológico defendido por Weber, implicando na ideia de que, apesar das análises sociológicas tratarem de fenômenos coletivos, o ator dá como sentido à ação o ponto de partida para análise dos fenômenos sociais.

 
Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000106
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170418.005828
Autor(es): 
Área do Conhecimento: 

O USO DA TECNOLOGIA E SUAS IMPLICAÇÔES NAS PERSPECTIVAS DE MARY SCHELLEY E HANS JONAS.

O primeiro objetivo do artigo é demonstrar quais reflexões filosóficas Mary Shelley apresenta sobre a ciência e seus avanços contidos no livro Frankenstein. A obra escrita no ano de 1818 propõe uma ponderação sobre os avanços tecnológicos da ciência e da ação humana possuindo o domínio da técnica cientifica. O objetivo da nossa reflexão se da sob o prisma da ética da responsabilidade de Hans Jonas. O segundo objetivo que nos propomos é analisar o uso desenfreado da tecnologia, por meio da interpretação da obra do filósofo Hans Jonas no livro Princípio Responsabilidade. O terceiro objetivo desta análise bibliográfica foi compreender a relevância da contribuição do filósofo, a fim de refletir sobre os avanços da Técnica Moderna da Civilização Tecnológica. A partir dos pontos centrais do pensamento dos autores Mary Shelley e Hans Jonas, estabelecemos como quarto objetivo do trabalho mostrar que o livro O Princípio Responsabilidade aponta para um agir coletivo como um bem público. A proposta de Jonas é provocar na sociedade um diálogo reflexivo e crítico sobre os avanços da tecnologia.  Após a leitura dessas obras pode-se afirmar que Frankenstein possui uma mensagem perene que alcança nossos dias e serve de alerta para o uso desenfreado da tecnologia. Já o livro de Jonas mostra o caminho seguro para a utilização dos avanços tecnológicos.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000096
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20161228.005339
Área do Conhecimento: 

RECONSIDERAR AS DIFERENÇAS NO COTIDIANO ESCOLAR: UMA ONTOLOGIA PARA O PROFESSOR DE FILOSOFIA PRESENTE?

Desde a aprovação da Lei nº 11.684, de 02 de junho de 2008, as questões sobre o Ensino da Filosofia tem tomado amplamente diversos âmbitos teóricos. De um lado tem-se a abordagem de autores que defendem o ensino de filosofia numa perspectiva filosófica e não pedagógica. Há a importância de um professor que ressignifique as diferenças no cotidiano da sala de aula, é um desafio que se coloca no presente, isto é, que o professor supere os discursos de negação e de marcação das diferenças. Nesse sentido, desenvolver um ensino de filosofia eficaz, pressupõe não só a utilização dos textos clássicos dos filósofos que fizeram e promovem a perpetuação da filosofia como apenas mais uma disciplina do currículo, mas como um distintivo que possibilite o desenvolvimento da criticidade dos alunos do Ensino Médio por meio do respeito às diferenças. Lutar para que a filosofia permaneça como disciplina no currículo escolar, não é suficiente. É preciso engendrar novas formas de abordagem para que o aprendizado seja de qualidade no qual os estudantes possam, por meio da produção autônoma no cotidiano, que é uma experiência filosófica, poderão reconhecer a filosofia e sua importância sem que haja risco de perdê-la. A emergência da ressignificação do cotidiano da sala de aula, isto é, como o professor reage diante dos acontecimentos cotidianos? A resposta é decisiva, pois, esses acontecimentos são potencialmente legitimadores do papel da filosofia na vida do educando no ensino médio. Eles podem reconstruir de maneira racional o lugar da filosofia, assim como proporcionar a formação de indivíduos, críticos, reflexivos, autônomos, etc. categorias estas que devem ser colocadas em prática.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000081
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20160304.005212
Área do Conhecimento: 

O PARADIGMA EMERGENTE E O SER DE PROBABILIDADES

Este trabalho surgiu do desassossego ao ouvir que temas que abordam espiritualidade não são científicos e, portanto, não há relevância no meio acadêmico. A partir de uma urgência pessoal em discordar de tal afirmação, o estudo se inicia com indagações: o que é científico? O que é ciência? Há outros saberes negligenciados e marginalizados que podem contribuir para compreender o ser humano de modo integral, multidimensional e constituído de possibilidades? E, até que ponto as ciências necessitam desses outros saberes para que os mesmos não sejam aleijados? Nesta perspectiva, pesquisadores questionaram, levantaram hipóteses e buscaram resultados de diversas formas. Alguns foram atrás de respostas através de investigações detalhadas e outros contribuíram com a ruptura de velhos paradigmas. A respeito do científico e do ser humano, descobriram que o conhecimento não se encerra e não se limita, bem como que as certezas científicas são probabilidades. Momentaneamente concluíram a ausência de respostas e a presença de limites nas ciências em geral. Tais limites são os pilares do Paradigma Emergente, com diversos representantes, cuja temática é discorrida no presente artigo com o objetivo de informar que há outros caminhos que os conhecimentos podem percorrer.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000078
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2015
Nº Certificado: 
20160118.005190
Área do Conhecimento: 

O “MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO” EM FREUD E FARIAS BRITO

O presente trabalho pretende fazer uma comparação entre a teleologia filosófica de Raimundo de Farias Brito e a psicanálise de Sigmund Freud acerca da insatisfação do homem na civilização, apesar de todos os avanços em ciência, tecnologia e conhecimento que esta proporcionou à humanidade. Ambos nasceram em mundos bem distintos, em países e até mesmo continentes com realidades sociais bem diferentes. Enquanto Freud nasceu em uma família e sociedade que propiciou sua independência de pensamento e ateísmo, Farias Brito nasceu em uma família com apreço muito grande pela religião. Tanto o ateísmo como a espiritualidade estará presente nos pensamentos de Freud e Farias Brito, respectivamente. Através deste trabalho, busca-se um melhor conhecimento de reflexões distintas, de dois pensadores contemporâneos, de realidades sociais igualmente distintas, acerca de um determinado tema.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000080
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20160128.005172
Área do Conhecimento: 
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