Psicologia

FINITUDE, PACIENTE TERMINAL E A RELAÇÃO COM A FAMÍLIA E EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Observa-se na atualidade que as pessoas, de modo geral, não conseguem lidar com o fenômeno da morte, principalmente quando diz respeito a seus familiares. Nessa iminência, têm relegado aos hospitais seus entes queridos, ou seja, hoje as pessoas morrem mais nos hospitais do que em casa, e desde aí se percebe a grande negação da dor humana atualmente. Diante dessa situação, nosso objetivo nesta revisão bibliográfica é descrever aspectos psicológicos pautados na relação da equipe interdisciplinar com pacientes terminais e familiares sobre os estágios emocionais diante da morte e o morrer. Destacamos a importância da atuação do psicólogo em questões delicadas como estas, onde a situação de terminalidade existencial afeta tanto a equipe, quanto a família e o próprio paciente, sendo prudente que exista um profissional específico para interferir nestas relações, visando melhor comunicação e suporte emocional num momento delicado como este.

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170411.005880
Área do Conhecimento: 

ABORDAGENS PSICOLÓGICAS E LEGAIS EM RELAÇÃO À BIOÉTICA

A atitude do ser humano frente a morte e o morrer passou por grandes mudanças, caracterizando uma ruptura histórica, esvaziando-se o seu sentido original, porém, remanescendo antigos costumes em um cenário não mais doméstico, mas envolto de uma interdição em torno de tudo que envolve este processo, uma verdadeira institucionalização. Nesse ínterim, vista de maneira extremamente institucionalizada e desumana, pelas técnicas da moderna tecnologia médica, a morte vai sendo desconfigurada, afeita às máscaras. Nesse aspecto, tem surgido diversas discussões sobre maneiras de deixa-la menos dolorosa e de se ouvir o desejo do paciente.  Os progressos da medicina e da tecnologia têm proporcionado, por um lado, a cura de inúmeras doenças, como também um prolongamento da vida. Por outro, a medicina moderna é altamente tecnicista e essa realidade vem provocando sua interferência excessiva vindas de intervenções terapêuticas sem limites contribuindo para a falsa ideia sobre a possibilidade de controle da morte. Surge, nos tempos atuais, o termo cuidados paliativos, que consiste em proporcionar ao paciente fora de possibilidades terapêuticas, maior qualidade de vida frente ao agravamento de sua doença. Ao discutir os direitos humanos frente à dignidade de morte e morrer do paciente, a amplitude de se abordar mais sobre a temática tão importante em ser discutida, de modo que pensar em Direitos Humanos é no momento refletir sobre a morte visando a qualidade dessa para se ter a dignidade no fim da vida. É fundamental se estabelecer protocolos de morte com dignidade para pacientes gravemente enfermos e formas de proteção à distanásia. É grave infração ética manter pacientes em UTI por razões econômicas. Essa atitude nunca será declarada abertamente, mas em alguns casos é o que transparece quando se observa o prolongamento de permanência nessas unidades de pessoas que estão praticamente mortas ou com morte encefálica, lembrando que quando esta ocorre o paciente já tem o óbito confirmado. É fundamental esclarecer os familiares a respeito dessa situação para que se possa pensar cada vez mais sobre a morte de uma maneira ética e cuidadosa. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170321.005862
Área do Conhecimento: 

UM ESTUDO SOBRE O PAPEL DO PSICÓLOGO HOSPITALAR

O psicólogo hospitalar tem como papel reunir técnicas fundamentadas em teorias do conhecimento científico e aplicá-las de maneira sistemática, de forma a amenizar o sofrimento do paciente frente à hospitalização. O estudo em questão traz a vivência de estagiários do curso de psicologia frente a atuação em um hospital geral. Entende-se que a proposta do estágio é capacitar o aluno, enriquecendo o seu conhecimento em um espaço da área da saúde, confrontando com as mais diversas situações que envolvem pacientes e familiares (adoecimento crônico, acidentes, perda de entes queridos) em seus aspectos psíquicos e físicos. Embora algumas experiências sejam árduas ou até mesmo angustiantes, o estágio é um diferenciador na formação de profissionais em Psicologia devido sua vasta atuação. O Estágio foi realizado em um Hospital Público no interior de Minas Gerais, com atendimentos realizados via SUS. Foi composto por quatro alunos, uma docente e um supervisor de campo. Pode-se perceber, através dos atendimentos realizados pelos estagiários, que cada indivíduo reage de uma forma frente ao adoecimento.  Alguns vivem sofrimentos emocionais intensos, necessitando de intervenção psicológicas mais incisivas. Assim, é papel do psicólogo ajudar o paciente frente ao adoecimento, ajudando-o em seu processo de elaboração e re-significação frente ao adoecer. Por fim, um grande desafio enfrentado pelos estagiários foi o fato de lidar com intenso sofrimento dia a dia (óbitos, pacientes graves) e devido a isso, a supervisão surgiu como aliada, de modo a oferecer o suporte aos alunos frente a dura realidade hospitalar.        

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170321.005861
Área do Conhecimento: 

APONTAMENTOS A RESPEITO DA ADOÇÃO NO BRASIL

O artigo trata dos aspectos evolutivos do instituto da adoção no Direito de família brasileiro com destaque às mudanças legislativas e doutrinárias que atribuíram nova configuração e fundamentos às relações de parentalidade, após a Constituição Federal de 1988.  Sabe-se que somente com a Constituição Federal de 1988, é que a concepção da família experimentou profunda alteração. Com a Constituição de 1988, um novo modelo familiar foi inaugurado, baseado em princípios como a Dignidade da Pessoa, a Igualdade e a Liberdade, a Lei Magna reconheceu a pluralidade de entidades familiares. Desse modo, entende-se que a adoção é uma forma de procriação, pois permite trazer à existência um filho, que se vincula ao pai, mãe ou pais, não pelo sangue, mas por ‘um ato de amor’ juridicamente protegido. Assim, a adoção imita a filiação natural, porém, como as demais formas de estabelecimento da filiação - socioafetiva e originária de reprodução humana assistida, a adoção vai além, rompendo com o modelo heteroparental e biológico, estabelecimento pelos limites da natureza. Ela é um processo de inserção no ambiente familiar, de forma definitiva, de uma criança cujos pais faleceram, são desconhecidos, não podem ou não querem assumir o desempenho das suas funções ou ainda tiveram a perda do poder familiar decretado. Ela envolve aspectos jurídicos, sociais e afetivos. O presente estudo trata-se de uma revisão bibliográfica sobre aspectos psicológicos e jurídicos da adoção proporcionando maior entendimento do tema. A Lei 12.010/2009 foi criada no sentido de modificar e acrescentar diversos pontos positivos que dão outra forma ao processo de adoção brasileiro. Todavia, nota-se ainda a existência de muitos preconceitos em relação à adoção. Verifica-se que a ideia principal era diminuir a questão dos aspectos burocráticos da adoção, porém isso ainda não foi eficaz.  Outro aspecto a ser considerado diz respeito ao trabalho de preparo com os candidatos à adoção possibilita que eles repensem e muitas vezes se tornem mais maleáveis em suas exigências quanto às características (físicas e psicológicas) da criança desejada, de forma a permitir a facilitação no processo, ampliando-se as possibilidades de adotantes. Neste sentido, o acompanhamento psicológico pode atuar visando conscientizar os pais acerca da possibilidade de haver diferença entre a criança que esperam e a criança real. A aceitação desta diferença e a compreensão dos desafios específicos apresentados pela adoção permitirão uma melhor adequação ao papel de pais adotivos.

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170317.005859
Área do Conhecimento: 

ABORTAMENTO ESPONTÂNEO: VIVÊNCIA E SIGNIFICADO EM PSICOLOGIA HOSPITALAR

A perda de um bebê está associada a um vasto leque de sentimentos e emoções que vão “assombrar” a mulher a longo prazo. Sabe-se que ser mãe é um acontecimento e uma função muito valorizada em nossa sociedade, com significações importantes como a capacidade de fecundar e conceber. Entende-se que ter um filho é considerado em cada civilização de um modo diferente; ser mãe pode ser visto como uma experiência perigosa, dolorosa, interessante, satisfatória ou importante, numa determinada mulher, numa determinada civilização. a forma de vivenciar a maternidade está associada às características individuais e à cultura de cada mulher.  A gestação é entendida, desse modo, como uma fase de transformação permeada por diversos fatores biológicos, sociais e psicológicos. À medida que a mulher se reorganiza frente a essas mudanças, sua identidade, relações interpessoais e visão de si também são reformuladas. O presente estudo traz um relato de caso de uma paciente internada na Maternidade de um hospital geral devido a um processo de aborto espontâneo. Esse estudo foi realizado na maternidade de um hospital público no interior do estado de Minas Gerais. Os aspectos emocionais desencadeados pelo abortamento são inúmeros. As diversas reações à perda da uma gravidez podem ser influenciadas pelo grau de investimento na gravidez e pela ligação (vinculação) que a mãe sente pelo feto. Ao contrário do que se possa pensar, as reações à perda não são necessariamente influenciadas pelo tempo de gestação Estes autores diferenciam à vinculação e investimento. Sendo que, a vinculação está relacionada com os sentimentos desenvolvidos pelo bebê, enquanto o investimento na gravidez está associado a um processo mais ativo de envolvimento com o feto. A morte de um feto está associada também à perda de um projeto de vida. Além disso, o fato de a gestação ser frequentemente vivida como um momento de plenitude pode aumentar os riscos para efeitos traumáticos quando da ocorrência da perda. Conclui-se, com o trabalho, que o papel da intervenção psicológica foi de oferecer suporte emocional, analisando o sofrimento diante da perda e legitimando um espaço para falar sobre essa experiência e com isso, iniciar o processo de elaboração desse luto. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170317.005858
Área do Conhecimento: 

A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO HOSPITALAR FRENTE À FATORES ESTRESSANTES VIVENCIADOS NA UTI

Nas últimas décadas a psicologia hospitalar tem crescido significativamente constituindo-se em uma especialidade da psicologia, com cursos de especialização em várias áreas da saúde. Seu objetivo é minimizar o sofrimento causado pela hospitalização e o processo de adoecimento e as sequelas emocionais advindas dessa hospitalização. Sabe-se que a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é a área do hospital que diferencia-se dos outros setores em geral, oferecem tratamento específico e intensivo de maior complexidade para o paciente em estado grave. Nesse aspecto, quando uma pessoa é internada, torna-se impotente, incapaz de efetuar ações individuais de necessidades básicas, além da solidão em função do isolamento familiar. Desse modo, o presente trabalho trata-se de um caso clínico, referente ao paciente internado na UTI de um hospital público do interior de Minas Gerais e seus desdobramentos durante o processo de internação. Os estudos e a descrição do caso mostraram realidades enfrentadas pelo paciente internado, em um momento em que ele se vê totalmente debilitado e vulnerável. Os objetivos atingidos pelos atendimentos foram os de auxiliar o paciente em suas dificuldades de aceitação e adaptação aos limites físicos decorrentes do tratamento; impossibilidade de retomar suas atividades rotineiras; temor da morte (luto antecipatório); além de ansiedades relacionadas ao conjunto de “dores” físicas e psíquicas. Conclui-se que a inserção do Psicólogo Hospitalar é de extrema importância. A psicologia hospitalar, através da psicoterapia breve, visa elevar a eficiência operacional do paciente por meio de uma readaptação frente a um momento de crise, possibilitando assim a melhora dos mecanismos de adaptação e enfrentamento frente ao adoecimento.  Por fim, o desenvolvimento deste estudo permitiu-nos considerar que uma equipe multiprofissional bem preparada pode ajudar o paciente diante o processo de adoecer, minimizando o sofrimento frente sua internação. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000104
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170307.005850
Área do Conhecimento: 

O FENÔMENO DO SUICÍDIO ENTRE PROFISSIONAIS DA SAÚDE: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O ser humano é marcado pela finitude, insegurança e pela vulnerabilidade da sua existência. Com isso, podemos discorrer sobre o quanto o ser humano está em sofrimento. Observa-se, nos tempos atuais, que muitos indivíduos encontram a cessação do sofrimento no ato de atentar contra a própria vida, ou seja, o autoextermínio. Muitos dos profissionais interatuam de maneira presente e significativamente maior contato com pessoas hospitalizadas, que tenham sofrimento seja ele intenso ou não. Esses também se encontram em um ambiente estressante, fazendo com que se tornem suscetíveis aos problemas de âmbito de saúde mental, onde que decorrente a essa qualidade psíquica abalada tem- se a probabilidade de ideação suicida ou suicídio consumado. O suicídio então é uma temática muito discutida por vários autores, mas que ainda se apresenta velada ao ser debatida, e no que diz respeito ao suicídio presente no meio de profissionais da saúde é visivelmente possível perceber o quanto é difícil à discussão. Desse modo, o estudo em questão trata-se de uma revisão bibliográfica, por meio do qual o leitor pode identificar o quão complexo é o tema, além de desmistificar certos preconceitos e extrair as principais características das publicações, sobre “o suicídio consumado por profissionais da saúde ou tentativas do mesmo”. Pode-se perceber através dos textos estudados, que o suicídio está aumentando dia a dia em nível mundial. Além disso, é importante perceber que o profissional da saúde deve ser compreendido para além de um ‘trabalhador’, deve ser visto como uma pessoa que também pode sofrer danos em seu bem estar e ter consequências drásticas com isso como esgotamento emocional, depressão e alterações em sua qualidade de vida. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000104
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170215.005824
Área do Conhecimento: 

SUICÍDIO NO BRASIL: UMA COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO DOS PACIENTES

Ao longo do tempo, as tentativas e os atos consumados de suicídio aumentaram significativamente, situando-se entre as dez principais causas de morte. O Brasil encontra-se entre os dez países que registram os maiores números absolutos de suicídios, com 9.852 mortes em 2011. O presente artigo aponta os principais meios pelo quais são mais frequentes as tentativas de suicídio; os métodos de prevenção adotados pela equipe de saúde; e o manejo (como eu ajo e reajo frente a uma tentativa). Dessa forma, objetiva-se revisar estudos sobre a história do suicídio e a atualidade. Foram selecionadas e analisadas 32 referências, com publicações entre os anos de 1992 a 2015. Além disso, o estudo propõe-se também provocar reflexões a fim de ter uma visão menos preconceituosa frente ao suicídio. Como resultados, observaram-se que saúde pública e a sociedade, mesmo com os programas de prevenção, não estão preparados para lidar com a temática norteada no artigo.  Pode-se perceber, através dos textos estudados, que a morte é um sentimento inerente ao homem, e aqueles que dão cabo a própria vida, são mal vistos no âmbito social, pois o seu ato é condenado, visto de maneira preconceituosa e taxativa.  

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000104
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170215.005823
Área do Conhecimento: 

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: MEDIUNIDADE

A mediunidade pode ser definida como uma experiência em que um indivíduo (chamado de médium) alega estar em comunicação com, ou sob influência de, uma personalidade desencarnada ou outro ser não material. As investigações sobre mediunidade já mobilizaram dezenas de cientistas de destaque que alcançaram resultados consideráveis em suas pesquisas, tais como Allan Kardec, Camille Flammarion, William James, William Crookes, Carl Gustav Jung, Joseph John Thomson, Henri Bergson e outros. A grande maioria destes investigadores terminou convencida de que explicações convencionais (fraude e atividade mental inconsciente) podem explicar muito, mas não todos os dados observados. Assim, desde o século 19 há uma substancial, mas negligenciada tradição de investigações científicas sobre mediunidade, suas implicações para a natureza da mente e sua relação com a saúde mental. Em face de tal problemática, o presente trabalho realizou uma revisão bibliográfica a partir dos 07 artigos encontrados utilizando o unitermo ‘mediunidade’ no sítio SCIELO. De um modo geral, os resultados obtidos permeiam o problema mente-cérebro, a patologização e a despatologização das experiências mediúnicas, os critérios avaliativos das mesmas, as pesquisas negligenciadas, o espiritismo e as sugestões e limitações científicas para a pesquisa nesta temática.A mediunidade pode ser definida como uma experiência em que um indivíduo (chamado de médium) alega estar em comunicação com, ou sob influência de, uma personalidade desencarnada ou outro ser não material. As investigações sobre mediunidade já mobilizaram dezenas de cientistas de destaque que alcançaram resultados consideráveis em suas pesquisas, tais como Allan Kardec, Camille Flammarion, William James, William Crookes, Carl Gustav Jung, Joseph John Thomson, Henri Bergson e outros. A grande maioria destes investigadores terminou convencida de que explicações convencionais (fraude e atividade mental inconsciente) podem explicar muito, mas não todos os dados observados. Assim, desde o século 19 há uma substancial, mas negligenciada tradição de investigações científicas sobre mediunidade, suas implicações para a natureza da mente e sua relação com a saúde mental. Em face de tal problemática, o presente trabalho realizou uma revisão bibliográfica a partir dos 07 artigos encontrados utilizando o unitermo ‘mediunidade’ no sítio SCIELO. De um modo geral, os resultados obtidos permeiam o problema mente-cérebro, a patologização e a despatologização das experiências mediúnicas, os critérios avaliativos das mesmas, as pesquisas negligenciadas, o espiritismo e as sugestões e limitações científicas para a pesquisa nesta temática.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000096
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20161228.005372
Área do Conhecimento: 

UMA LEITURA PSICANALÍTICA DAS RELAÇÕES SOCIAIS EM UMA EXPERIÊNCIA DE MINICURSO PARA ADOLESCENTES

RESUMO
O presente artigo tem como objetivo apresentar uma discussão psicanalítica sobre as relações sociais estabelecidas em um minicurso para adolescentes do “Programa Escola da Família” em uma escola estadual do município de Guarulhos, no estado de São Paulo, com o intuito de gerar subsídios teóricos sobre o comportamento do indivíduo em um grupo e o impacto do grupo no indivíduo. O minicurso foi ministrado em três encontros, - um encontro por semana, - através de
conteúdos expositivos e dinâmicas de grupo, na qual as relações entre os participantes foram observadas  a  cada momento.  Concluiu-se  que  nem  sempre  os  objetivos  individuais  estão consonantes com os objetivos do grupo, mas que diante deste embate, alguns preferem se adequar, enquanto que outros preferem se retirar do grupo. A influência da liderança positiva também foi constatada e seu impacto nos demais foi alvo de discussão.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000096
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2016
Nº Certificado: 
20161228.005357
Área do Conhecimento: 

Páginas

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