Psicologia

ASPECTOS PSICOLÓGICOS APLICADOS A PRÁTICA DO BASQUETEBOL

O atleta de basquetebol passa por muita cobrança por parte da imprensa, torcida, família, do próprio time e principalmente de si mesmo para obtenção do sucesso neste esporte. Este estudo tem como o objetivo buscar nos referenciais teóricos, subsídios condizentes aos fatores psicológicos que estão inseridos no cotidiano dos atletas de basquetebol, e se esses aspectos possuem o mesmo grau de relevância, relacionados aos treinamentos táticos e técnicos. Esta preparação tem sua importância na conquista de resultados positivos (vencer) ou negativos (perder). Os aspectos que podem ser identificados nos jogos do basquetebol são motivação, dedicação, determinação, concentração, ansiedade, medo e liderança, estes são os mais nítidos e apontados por especialistas da área. Por meio de uma pesquisa indireta buscou-se verificar a importância destes aspectos aplicados a prática do basquetebol por meio de uma análise de referenciais bibliográficos, em um exame sobre os aspectos psicológicos aplicados dentro da prática do basquetebol de alto nível, sendo esse pré-competitivo, competitivo e pós-competitivo. Todos esses aspectos deveriam ser trabalhados e desenvolvidos nas equipes, contemplando os objetivos e metas traçadas para as equipes participantes de competições amadoras ou profissionais dentro do basquetebol. Observou-se, por meio do estado da arte, a relevância do treinamento psicológico em consonância coma os processos de preparação tática, técnica e física, realizada pelo profissional de psicologia do esporte junto a equipe.

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000108
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170704.005978
Área do Conhecimento: 

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E O ESPORTE DE ALTO RENDIMENTO: CONSIDERAÇÕES SOBRE O ATLETISMO

Nesse ensaio, procuramos discorrer a partir de referenciais teóricos sobre o Atletismo, modalidade esportiva de alto rendimento, relacionando-o com a Teoria das Inteligências Múltiplas, com a intenção de estabelecer analogias multidisciplinares entre vários conhecimentos que envolvessem a Educação, a Educação Física, a Psicologia do Esporte, as Inteligências Múltiplas, e os Esportes Individuais. Nesse sentido, nos respaldamos na Teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner (1994) um cientista cognitivo e estudioso das inteligências, que apontou a existência de oito inteligências, dentre elas a Inteligência Corporal Cinestésica, a qual está pautada na resolução de problemas por meio de movimentos do corpo, e na sincronização da expressão corporal. Com isso podemos dizer que o a prática de uma determinada área do esporte, sendo essa de alto rendimento ou não, tem significância na resolução efetiva dos problemas, e que essa área de atividade apresenta interações entre a manifestação da inteligência nos atletas que a pratica.

 

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000109
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170714.005977
Área do Conhecimento: 

CORPO EXPOSTO, O PROCESSO DE ESPORTIVIZAÇÃO E DESEMPENHO HUMANO NA CONTEMPORANEIDADE

Esse ensaio tem como objetivo relatar alguns pontos relacionados aos estudos sobre a Psicologia do Esporte, numa articulação com o papel que desempenha a Psicologia nesse âmbito, no sentido de realizar uma reflexão em torno da tensão do corpo, o processo de esportivização e desempenho humano na contemporaneidade. A noção de corpo pode ser definida como uma imagem externa, percebida como os subsídios expressivos e falantes desse corpo. Perfazendo a vida cotidiana das pessoas, seja de forma direta ou indireta, contemplando um quadro quase de hipnose da plateia expectadora que comparece aos estádios ou arenas, diante ao suor que escorre no corpo atlético devido ao esforço realizado ou mesmo pelos noticiários dos meios de comunicação e midiáticos que evidenciam os corpos esculturais dos esportistas, estudiosos vêm se debruçando sobre as configurações sociais e individuais provocadas pelo esporte como fenômeno de massa, principalmente a percepção do corpo esportivo exposto. O esporte também, de forma singular, possui outra roupagem, sendo essa mais singela, porém constitui um preenchimento da vida social de inúmeras pessoas, pois ao observarmos os finais de semana, identificamos que por meio da prática esportiva, seja para o lazer, seja pelas caminhadas, ciclismos, passeios de skate, patins, de vela ou bicicleta, ou mesmo futebol como prática de lazer, ocorre uma interação popular.  E, posto que o crescente ampliar dos encontros, dos lugares percorridos diariamente pelo corpo esportivo, a esportivação da vida social, no tempo em que atenuou algumas diferenças antes muito demarcadas no que se refere ao corpo esportivo, culminou na permanência do “apagamento ritualizado das manifestações somáticas” individuais, autônomas, do sujeito histórico. Esse escandalizar em torno da utilização dos corpos esportivos como vitrines de um ideal corporal pretendido, parece tentar preencher uma larga margem dessa exposição desejável para a indesejável, até o esquadrinhamento e violação desse corpo, das mais variadas formas, como a exigência de constatação de sexualidade, a verificação de drogas no corpo esportivo pelo controle antidoping, dentre outros. São esses paradoxos que se deseja apontar com essas reflexões sobre a tensão do corpo esportivo exposto, é ponderar sobre esse, que ora denota a importância do corpo como sujeito, na sua completude, íntegro, integral, e ora considera esse corpo esportivo como objeto, na busca constante por modelos de corpos propostos, idealizados, impostos e requisitados pela sociedade contemporânea.

 

 

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000108
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170704.005976
Área do Conhecimento: 

FATORES MOTIVACIONAIS RELACIONADOSA PRÁTICA DO TÊNIS AMADOR

O objetivo desse trabalho é investigar, por meio de um questionário, quais as contribuições psicológicas e ambientais que influem na motivação do atleta amador para a prática do tênis de campo na cidade de Uberlândia/MG. O tênis de campo, atualmente, tem encontrado um público adepto ao esporte que vem seguindo uma prática regular dessa modalidade. No entanto as questões de ordem psicológica, no caso específico os fatores motivacionais, nos chamaram a atenção, do por quê essas pessoas praticar o tênis de campo e por qual motivo permanecem nessa prática. A motivação no esporte relaciona-se aos fatores pessoais (intrínsecos) e aos fatores ambientais (extrínsecos), em que ambos possuem relevância salutar no resultado final. Sendo assim, essa investigação deu-se a partir da aplicação de um questionário para 70 atletas amadores na cidade de Uberlândia,com idade entre 20 e 75 anos, cujo tempo de prática constitui-se acima de um ano e seis meses. Utilizou-se como instrumento, o Inventario de Motivação à Prática Regular de Atividade Física. Os resultados informaram que os fatores relacionados à saúde foram os mais relevantes pela maioria dos atletas. Esse apontamento pode ser explicado pelo conhecimento por parte desses esportistas, de informações relacionadas a uma melhor qualidade de vida. As respostas menos escolhidas estavam relacionadas a sensação do repouso, o que para esses atletas amadores poderia configurar em um paradoxo defronte a movimentação exigida pela prática do esporte.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000108
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170704.005974
Área do Conhecimento: 

FINITUDE, PACIENTE TERMINAL E A RELAÇÃO COM A FAMÍLIA E EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Observa-se na atualidade que as pessoas, de modo geral, não conseguem lidar com o fenômeno da morte, principalmente quando diz respeito a seus familiares. Nessa iminência, têm relegado aos hospitais seus entes queridos, ou seja, hoje as pessoas morrem mais nos hospitais do que em casa, e desde aí se percebe a grande negação da dor humana atualmente. Diante dessa situação, nosso objetivo nesta revisão bibliográfica é descrever aspectos psicológicos pautados na relação da equipe interdisciplinar com pacientes terminais e familiares sobre os estágios emocionais diante da morte e o morrer. Destacamos a importância da atuação do psicólogo em questões delicadas como estas, onde a situação de terminalidade existencial afeta tanto a equipe, quanto a família e o próprio paciente, sendo prudente que exista um profissional específico para interferir nestas relações, visando melhor comunicação e suporte emocional num momento delicado como este.

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170411.005880
Área do Conhecimento: 

ABORDAGENS PSICOLÓGICAS E LEGAIS EM RELAÇÃO À BIOÉTICA

A atitude do ser humano frente a morte e o morrer passou por grandes mudanças, caracterizando uma ruptura histórica, esvaziando-se o seu sentido original, porém, remanescendo antigos costumes em um cenário não mais doméstico, mas envolto de uma interdição em torno de tudo que envolve este processo, uma verdadeira institucionalização. Nesse ínterim, vista de maneira extremamente institucionalizada e desumana, pelas técnicas da moderna tecnologia médica, a morte vai sendo desconfigurada, afeita às máscaras. Nesse aspecto, tem surgido diversas discussões sobre maneiras de deixa-la menos dolorosa e de se ouvir o desejo do paciente.  Os progressos da medicina e da tecnologia têm proporcionado, por um lado, a cura de inúmeras doenças, como também um prolongamento da vida. Por outro, a medicina moderna é altamente tecnicista e essa realidade vem provocando sua interferência excessiva vindas de intervenções terapêuticas sem limites contribuindo para a falsa ideia sobre a possibilidade de controle da morte. Surge, nos tempos atuais, o termo cuidados paliativos, que consiste em proporcionar ao paciente fora de possibilidades terapêuticas, maior qualidade de vida frente ao agravamento de sua doença. Ao discutir os direitos humanos frente à dignidade de morte e morrer do paciente, a amplitude de se abordar mais sobre a temática tão importante em ser discutida, de modo que pensar em Direitos Humanos é no momento refletir sobre a morte visando a qualidade dessa para se ter a dignidade no fim da vida. É fundamental se estabelecer protocolos de morte com dignidade para pacientes gravemente enfermos e formas de proteção à distanásia. É grave infração ética manter pacientes em UTI por razões econômicas. Essa atitude nunca será declarada abertamente, mas em alguns casos é o que transparece quando se observa o prolongamento de permanência nessas unidades de pessoas que estão praticamente mortas ou com morte encefálica, lembrando que quando esta ocorre o paciente já tem o óbito confirmado. É fundamental esclarecer os familiares a respeito dessa situação para que se possa pensar cada vez mais sobre a morte de uma maneira ética e cuidadosa. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170321.005862
Área do Conhecimento: 

UM ESTUDO SOBRE O PAPEL DO PSICÓLOGO HOSPITALAR

O psicólogo hospitalar tem como papel reunir técnicas fundamentadas em teorias do conhecimento científico e aplicá-las de maneira sistemática, de forma a amenizar o sofrimento do paciente frente à hospitalização. O estudo em questão traz a vivência de estagiários do curso de psicologia frente a atuação em um hospital geral. Entende-se que a proposta do estágio é capacitar o aluno, enriquecendo o seu conhecimento em um espaço da área da saúde, confrontando com as mais diversas situações que envolvem pacientes e familiares (adoecimento crônico, acidentes, perda de entes queridos) em seus aspectos psíquicos e físicos. Embora algumas experiências sejam árduas ou até mesmo angustiantes, o estágio é um diferenciador na formação de profissionais em Psicologia devido sua vasta atuação. O Estágio foi realizado em um Hospital Público no interior de Minas Gerais, com atendimentos realizados via SUS. Foi composto por quatro alunos, uma docente e um supervisor de campo. Pode-se perceber, através dos atendimentos realizados pelos estagiários, que cada indivíduo reage de uma forma frente ao adoecimento.  Alguns vivem sofrimentos emocionais intensos, necessitando de intervenção psicológicas mais incisivas. Assim, é papel do psicólogo ajudar o paciente frente ao adoecimento, ajudando-o em seu processo de elaboração e re-significação frente ao adoecer. Por fim, um grande desafio enfrentado pelos estagiários foi o fato de lidar com intenso sofrimento dia a dia (óbitos, pacientes graves) e devido a isso, a supervisão surgiu como aliada, de modo a oferecer o suporte aos alunos frente a dura realidade hospitalar.        

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170321.005861
Área do Conhecimento: 

APONTAMENTOS A RESPEITO DA ADOÇÃO NO BRASIL

O artigo trata dos aspectos evolutivos do instituto da adoção no Direito de família brasileiro com destaque às mudanças legislativas e doutrinárias que atribuíram nova configuração e fundamentos às relações de parentalidade, após a Constituição Federal de 1988.  Sabe-se que somente com a Constituição Federal de 1988, é que a concepção da família experimentou profunda alteração. Com a Constituição de 1988, um novo modelo familiar foi inaugurado, baseado em princípios como a Dignidade da Pessoa, a Igualdade e a Liberdade, a Lei Magna reconheceu a pluralidade de entidades familiares. Desse modo, entende-se que a adoção é uma forma de procriação, pois permite trazer à existência um filho, que se vincula ao pai, mãe ou pais, não pelo sangue, mas por ‘um ato de amor’ juridicamente protegido. Assim, a adoção imita a filiação natural, porém, como as demais formas de estabelecimento da filiação - socioafetiva e originária de reprodução humana assistida, a adoção vai além, rompendo com o modelo heteroparental e biológico, estabelecimento pelos limites da natureza. Ela é um processo de inserção no ambiente familiar, de forma definitiva, de uma criança cujos pais faleceram, são desconhecidos, não podem ou não querem assumir o desempenho das suas funções ou ainda tiveram a perda do poder familiar decretado. Ela envolve aspectos jurídicos, sociais e afetivos. O presente estudo trata-se de uma revisão bibliográfica sobre aspectos psicológicos e jurídicos da adoção proporcionando maior entendimento do tema. A Lei 12.010/2009 foi criada no sentido de modificar e acrescentar diversos pontos positivos que dão outra forma ao processo de adoção brasileiro. Todavia, nota-se ainda a existência de muitos preconceitos em relação à adoção. Verifica-se que a ideia principal era diminuir a questão dos aspectos burocráticos da adoção, porém isso ainda não foi eficaz.  Outro aspecto a ser considerado diz respeito ao trabalho de preparo com os candidatos à adoção possibilita que eles repensem e muitas vezes se tornem mais maleáveis em suas exigências quanto às características (físicas e psicológicas) da criança desejada, de forma a permitir a facilitação no processo, ampliando-se as possibilidades de adotantes. Neste sentido, o acompanhamento psicológico pode atuar visando conscientizar os pais acerca da possibilidade de haver diferença entre a criança que esperam e a criança real. A aceitação desta diferença e a compreensão dos desafios específicos apresentados pela adoção permitirão uma melhor adequação ao papel de pais adotivos.

 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170317.005859
Área do Conhecimento: 

ABORTAMENTO ESPONTÂNEO: VIVÊNCIA E SIGNIFICADO EM PSICOLOGIA HOSPITALAR

A perda de um bebê está associada a um vasto leque de sentimentos e emoções que vão “assombrar” a mulher a longo prazo. Sabe-se que ser mãe é um acontecimento e uma função muito valorizada em nossa sociedade, com significações importantes como a capacidade de fecundar e conceber. Entende-se que ter um filho é considerado em cada civilização de um modo diferente; ser mãe pode ser visto como uma experiência perigosa, dolorosa, interessante, satisfatória ou importante, numa determinada mulher, numa determinada civilização. a forma de vivenciar a maternidade está associada às características individuais e à cultura de cada mulher.  A gestação é entendida, desse modo, como uma fase de transformação permeada por diversos fatores biológicos, sociais e psicológicos. À medida que a mulher se reorganiza frente a essas mudanças, sua identidade, relações interpessoais e visão de si também são reformuladas. O presente estudo traz um relato de caso de uma paciente internada na Maternidade de um hospital geral devido a um processo de aborto espontâneo. Esse estudo foi realizado na maternidade de um hospital público no interior do estado de Minas Gerais. Os aspectos emocionais desencadeados pelo abortamento são inúmeros. As diversas reações à perda da uma gravidez podem ser influenciadas pelo grau de investimento na gravidez e pela ligação (vinculação) que a mãe sente pelo feto. Ao contrário do que se possa pensar, as reações à perda não são necessariamente influenciadas pelo tempo de gestação Estes autores diferenciam à vinculação e investimento. Sendo que, a vinculação está relacionada com os sentimentos desenvolvidos pelo bebê, enquanto o investimento na gravidez está associado a um processo mais ativo de envolvimento com o feto. A morte de um feto está associada também à perda de um projeto de vida. Além disso, o fato de a gestação ser frequentemente vivida como um momento de plenitude pode aumentar os riscos para efeitos traumáticos quando da ocorrência da perda. Conclui-se, com o trabalho, que o papel da intervenção psicológica foi de oferecer suporte emocional, analisando o sofrimento diante da perda e legitimando um espaço para falar sobre essa experiência e com isso, iniciar o processo de elaboração desse luto. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000105
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170317.005858
Área do Conhecimento: 

A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO HOSPITALAR FRENTE À FATORES ESTRESSANTES VIVENCIADOS NA UTI

Nas últimas décadas a psicologia hospitalar tem crescido significativamente constituindo-se em uma especialidade da psicologia, com cursos de especialização em várias áreas da saúde. Seu objetivo é minimizar o sofrimento causado pela hospitalização e o processo de adoecimento e as sequelas emocionais advindas dessa hospitalização. Sabe-se que a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é a área do hospital que diferencia-se dos outros setores em geral, oferecem tratamento específico e intensivo de maior complexidade para o paciente em estado grave. Nesse aspecto, quando uma pessoa é internada, torna-se impotente, incapaz de efetuar ações individuais de necessidades básicas, além da solidão em função do isolamento familiar. Desse modo, o presente trabalho trata-se de um caso clínico, referente ao paciente internado na UTI de um hospital público do interior de Minas Gerais e seus desdobramentos durante o processo de internação. Os estudos e a descrição do caso mostraram realidades enfrentadas pelo paciente internado, em um momento em que ele se vê totalmente debilitado e vulnerável. Os objetivos atingidos pelos atendimentos foram os de auxiliar o paciente em suas dificuldades de aceitação e adaptação aos limites físicos decorrentes do tratamento; impossibilidade de retomar suas atividades rotineiras; temor da morte (luto antecipatório); além de ansiedades relacionadas ao conjunto de “dores” físicas e psíquicas. Conclui-se que a inserção do Psicólogo Hospitalar é de extrema importância. A psicologia hospitalar, através da psicoterapia breve, visa elevar a eficiência operacional do paciente por meio de uma readaptação frente a um momento de crise, possibilitando assim a melhora dos mecanismos de adaptação e enfrentamento frente ao adoecimento.  Por fim, o desenvolvimento deste estudo permitiu-nos considerar que uma equipe multiprofissional bem preparada pode ajudar o paciente diante o processo de adoecer, minimizando o sofrimento frente sua internação. 

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Status: 
Publicado
Edição da Revista: 
000104
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2017
Nº Certificado: 
20170307.005850
Área do Conhecimento: 

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