As Práticas Sincréticas nos Rituais de Magia e Feitiçaria no Brasil Colônia

Resumo: O presente artigo tem como finalidade reconstituir as práticas mágicas presentes no cotidiano colonial, demonstrando o sincretismo presentes nelas. Aborda a influência da Inquisição portuguesa no Brasil colonial, a demonização da mulher e as práticas mágicas.

1 INTRODUÇÃO
Quando falamos em sincretismo religioso no Brasil, não estamos falando da mistura de diversas práticas de diferentes matrizes (européia, ameríndia ou africana), mas do que ocorreu quando estas práticas passaram a se influenciar e juntas formaram novas práticas.
Estas novas práticas ou costumes formaram uma especificidade colonial, em nenhum outro lugar do mundo a religiosidade e a superstição se expressariam da mesma forma que no Brasil, por um simples motivo: nenhum outro lugar do mundo fundamentou suas bases sobre as raízes portuguesas, indígenas e africanas ao mesmo tempo e nenhum outro lugar possuiu a mesma dinâmica colonial que o Brasil.
Procuro com este artigo demonstrar quais práticas mágicas estavam inseridas no cotidiano colonial, como estas práticas eram vistas pela metrópole, que tentava através da Inquisição subjugá-las, demonizando a Colônia e procurando desta forma manter seu controle sobre ela.

Tipo de Trabalho: 
Artigo
Edição da Revista: 
000007
Volume da Revista: 
01
Ano: 
2012
Data de Envio: 
09/05/2013
Status: 
Publicado
Data de Publicação: 
10/07/2013
Nº Certificado: 
422012012

Texto inserido no site Revista Científica Semana Acadêmica
ISSN 2236-6717 em 10/07/2013.

Revista Científica Semana Acadêmica - ISSN 2236-6717
Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Nomas Técnicas (ABNT), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:
. AS PRÁTICAS SINCRÉTICAS NOS RITUAIS DE MAGIA E FEITIÇARIA NO BRASIL COLÔNIA. Revista Científica Semana Acadêmica. Fortaleza, ano MMXII, Nº. 000007, 10/07/2013.
Disponível em: http://semanaacademica.org.br/praticas-sincreticas-nos-rituais-de-magia-e-feiticaria-no-brasil-colonia.
Acessado em: 28/08/2014.